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Sou Major da Polícia Militar, Pedagogo, Especialista em Segurança Pública, Já ocupei as funções de Diretor do Colégio da Polícia Militar-PB (nov2009-jun2017), Coordenador-Geral do PRONATEC na Paraíba (mai2016-mai2017) e Coordenador de Polo do PBVest (2015-jun2017). Atualmente componho o Estado-Maior Estratégico da Polícia Militar da Paraíba, na função de Coordenador do EM/4-Políticas de Prevenção. Acredito que o nosso Brasil pode melhorar muito mais, na medida em que todos possam colaborar com as suas capacidades. TWITTER : @ElmerMelz ; FACEBOOK: Elmer Melz

sábado, 13 de julho de 2013

Ulf – O matador


Na história da Terra tivemos diversos heróis e diversos vilões, alguns mais conhecidos e famosos que outros, mas foram homens que mudaram o rumo da história e serão sempre lembrados por seus feitos. Por isso vamos lembrar e contar a história dessas pessoas que mudaram o mundo e tornaram-se lendas:


Ulf – O matador

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Conta-se que Ulf era irmão do Rei Brian Boru, que reinou soberano sobre a Irlanda e tornou-se uma lenda, porém essa história jamais foi comprovada, pois até hoje ninguém se quer saber qual seria o verdadeiro nome de Ulf, a única coisa que é conhecida com certeza na sua história é o fato de que ainda muito novo ele acabou assistindo os vikings matarem sua mãe a sangue frio.

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A partir desse momento aquele monstro em forma de pessoasUma Taça Feita de Um Crânio Humanotornou-se sanguinário. Com mais de cem quilos e quase dois metros de altura, seus inimigos fugiam apenas vendo aquele gigante vir em sua direção, trazendo na mão um machado quase do seu tamanho e cada vez que aquela poderosa arma de metal subia e descia uma alma partia desse mundo, pois não havia escudo ou armadura que aguentasse aquele poder. Dizem que Ulf ganhou esse nome não por ele ser um "lobo" poderoso, mas sim porque era isso que seus inimigos gritavam quando o grande machado abria seus crânios, que depois da batalha eram recolhidos e transformados em taças para Ulf.

A da maior luta na qual Ulf se meteu foi a Batalha de Clontarf, quando lutou contra o poderoso exército viking, dizem que em certo momento ele sozinho correu contra as fileiras inimigas e foi abrindo caminho no meio deles, com seu machado cortando cabeças e braços por todos os lados.
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Até que ele chegou em frente ao comandante inimigo, Brodir, que era reconhecido como um dos mais poderosos guerreiros do seu tempo. Sem discussões os dois iniciaram uma luta épica, mas nem mesmo toda a habilidade de Brodir foi capaz de parar o gigantesco matador, que em poucos minutos havia levado seu inimigo ao chão. Conta-se que na terceira vez em que Brodir caiu, ele levantou e correu, rindo Ulf gritou: “Corrida é coisa para mulheres!”
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Logo após essa grande batalha, Ulf voltou para o acampamento onde deveria encontrar seu irmão e relatar seu triunfo, mas chegando ao lugar ele viu destruição e encontrou seu irmão, mas estava morto e a cabeça do Rei Brian Boru não fazia mais parte de seu corpo.


Com sangue nos olhos e uma raiva jamais antes vista no coração, Ulf reuniu todos os homens que ainda conseguiam carregar uma espada e partiu atrás de Brodir, pois sabia que isso havia sido feito por ele e a vingança seria imediata.

Em poucas horas o pequeno exército de Ulf chegava ao acampamento de seu inimigo e antes que eles pudessem entender o que estava acontecendo as cabeças começaram a rolar, qualquer ser que se mexia era morto sem pena. Até que Brodir surgiu, então a grande luta teve início, porém a raiva do poderoso Ulf era tão grande que apenas um golpe de sua mão desnuda foi o bastante.
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Com apenas um soco na garganta Brodir veio ao chão e com a outra mão Ulf enfiou o machado na barriga do homem caído, deixando expostas suas tripas, mas a morte não era o bastante, por isso Brodir ainda vivo foi levado até uma árvore e foi amarrado nela para agonizar, morrendo lentamente e sentindo toda a dor.
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Dizem que todo o tempo que levou do momento em que a amarração foi feita até a morte, Ulf estava lá observando o homem morrer, vendo-o sofrer as dores e pagar por seus pecados. Só uma vez ele se levantou, foi para chegar bem perto do moribundo e enfiar a mão em sua barriga aberta. Olhando bem nos olhos dele, Ulf puxou para fora as tripas de Brodir, assim a dor seria maior.

Não se sabe ao certo o que aconteceu com Ulf após essa batalha, alguns dizem que morreu de tristeza, outros contam que ele continuou matando vikings mundo a fora. Ninguém pode dizer com certeza onde morreu ou o que fez do resto de sua vida, mas sua lenda jamais se perdeu, pois ele foi um dos mais poderosos guerreiros de todos os tempos, capaz de enfrentar um pequeno exército de viking, sem ao menos usar um escudo. Esse era poderoso Ulf, o guerreiro sem nome.

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Leônidas de Esparta


Na história da Terra tivemos diversos heróis e diversos vilões, alguns mais conhecidos e famosos que outros, mas foram homens que mudaram o rumo da história e serão sempre lembrados por seus feitos. Por isso vamos lembrar e contar a história dessas pessoas que mudaram o mundo e tornaram-se lendas:


Leônidas de Esparta

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Leônidas era o décimo sétimo da linhagem de Agiad, filho do Rei Anaxandridas II de Esparta e segundo as lendas era descendente direto de ninguém menos que o poderoso Hércules, do qual havia herdado a força e bravura.

Por não ser o primogênito e nem ser a primeira opção para assumir o trono, Leônidas não foi7167968obrigado a participar do agoge, a temida escola espartana de educação rígida e treinamentos sobre-humanos. Por esse motivo ele acabou se tornando um dos pouquíssimos Reis a não terem participado dessa escola/quartel.

Mesmo assim Leônidas se mostrou um grande guerreiro e conhecedor da arte da guerra na Batalha de Sepeia, onde sob as ordens de Cleomenes, seu irmão mais velho e Rei, foi vencedor. Durante muito tempo ele lutou por Esparta em diversas frentes, até que seu irmão acabou sendo deposto por estar louco, assim Leônidas enfim assumiu o trono no ano de 491 a.C.
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Agora no controle da poderosa Esparta, Leônidas só aumentou seu renome tornando-se um Rei acima da média em todos os aspectos, mas especialmente nos militares, onde seu nome era tão respeitado em toda Grécia que quando a ofensiva Persa comandada por Xerxes foi iniciada, Leônidas de Esparta foi o escolhido para comandar os exércitos de defesa contra essa enorme ameaça.


Quando designado para tal tarefa, Leônidas foi ao encontro do Oráculo de Delfos, que profetizou:
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Para vocês, habitantes da poderosa Esparta 

Sua cidade deverá ser tomada pelos homens da Pérsia 
E se não isso, a Lacedemônia deve chorar a morte de um Rei da linhagem de Hércules 
Nem os poderosos leões e touros serão capazes de determinar tal fato, pois nisso está o poder de Zeus 
E enquanto um dos dois não cair, não se chegará a um fim.


Mesmo com a Profecia mostrando um caminho escuro na frente de Leônidas, ele não demonstrou medo e no início de agosto, junto com sua guarda pessoal de 300 soldados, partiu para guerra, tendo na retaguarda um pequeno exército, de pouco mais de 9000 homens que conseguirá juntar para defender o desfiladeiro de Termópilas.
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As lendas falam que Xerxes tinha consigo um contingente de mais de 2 milhões de homens, mas os historiadores modernos falam que na verdade não podia ser mais de 200 mil soldados, mesmo assim a sua vantagem era gigantesca, tendo mais de 20 homens para cada grego.
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Por quatro dias Xerxes apenas observou o pequeno exército inimigo, na esperança que eles fugissem ao verem o esplendor de suas forças.


Reza a lenda que antes de iniciar o ataque Xerxes chamou Leônidas e o desafiou dizendo: "Lançarei tantas flechas sobre seu pequeno exército, que o Sol ficará coberto!" Em resposta Leônidas falou: "Assim é um tanto melhor, pois lutaremos a sombra!"

Somente no quinto dia a batalha se iniciou para valer. Durante dois dias as lutas não cessaram, no fim o exército comandado por Leônidas saiu vitorioso, tendo matado mais de 20 mil soldados inimigos e perdido apenas 2 mil homens, nesses primeiros dias também caíram dois irmãos de Xerxes, algo que deixou o imperador persa ainda mais furioso.

No sétimo dia de batalha os espartanos foram traídos por um homem chamado Efialtes, que mostrou aos persas um caminho pelas montanhas, que colocariam o exército de Leônidas sobre ataques em duas frentes. Sabendo do iminente fim, Leônidas dispensou todos os outros soldados, ficando apenas com seus trezentos homens e mais alguns poucos que se negaram a abandonar o campo de batalha.
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Ele sabia que precisava salvar o maior número de homens para as futuras lutas, pois era de seu conhecimento que aquela era uma luta perdida e que ele morreria no final, mas também sabia que precisava lutar até o fim, pois se ele fugisse, quem mais não fugiria depois? Leônidas precisava morrer lutando para mostrar ao povo da Grécia que eles podiam vencer, mesmo na pior das situações, assim ele lutou até suas últimas forças para se tornar um mártir e ser um exemplo para dar forças ao seu povo.

Apenas com seus poucos homens, Leônidas se preparou para o fim e antes de cair foi desafiado a entregar suas armas e renderem-se, mas ele respondeu: "Que venham pega-las!"
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A batalha contra o pequeno, mas poderoso exército espartano durou algumas horas, até que seuleonidas-I-de-espartaúltimo homem caiu. Leônidas tombou e seu corpo foi pego por Xerxes, que mandou decapita-lo e crucificar o resto.

Depois dessa vitória os persas esperaram dois meses para invadir a Grécia, mas com ódio no coração e querendo vingança, os gregos montaram o melhor exército que podiam, tendo apenas um terço do tamanho poderio de Xerxes, mas mesmo assim os gregos, comandados pelos poderosos espartanos conseguiram vitória, rechaçando o inimigo para fora de suas terras.

Dessa maneira a Grécia ficou livre do domínio persa e Leônidas foi vingado, tornando-se uma lenda, ele e seus 300 bravos soldados.

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Simo Häyhä – O Morte Branca

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Na história da Terra tivemos diversos heróis e diversos vilões, alguns mais conhecidos e famosos que outros, mas foram homens que mudaram o rumo da história e serão sempre lembrados por seus feitos. Por isso vamos lembrar e contar a história dessas pessoas que mudaram o mundo e tornaram-se lendas:

Simo Häyhä – O Morte Branca

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Como havia nascido no interior, próximo à fronteira com a Rússia, Simo foi criado em uma fazenda, onde fazia os trabalhava junto com seu pai e também caçava, algo que fazia excepcionalmente bem com um rifle. Até seus dezessete ele levou a vida normal e quando chegou a essa idade alistou no exército, como era obrigatório e serviu por um pequeno tempo. Sendo dispensando em 1926.

Mal sabia o mundo, mas no dia 01 de dezembro de 1905 na pacata cidade de Rautjärvi, no interior da Finlândia, nascia Simo Häyhä, o homem que viria a se tornar uma das maiores lendas do século XX, o maior soldado dos tempos modernos, um homem capaz de lutarsozinho contra um exército e exterminar seus inimigos sem que eles jamais soubessem de onde vinha o tiro, esse era Simo Häyhä, também conhecido como “O Morte Branca”.

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Simo Häyhä em 17 de Fevereiro de 1940 recebendo seu rifle honorário modelo 28, durante a Guerra de Inverno
Durante mais treze anos, Simo vivei tranquilamente na fazenda de sua família e sua maior preocupação era sobreviver ao rigoroso inverno. Porém em 1939, quando a União Soviética resolveu invadir a Finlândia, ele foi chamado para cumprir o dever de proteger seu país, assim como todos que tinham idade o bastante para carregar uma arma, afinal o poderoso exército socialista era infinitamente maior e melhor equipado do que o da pequena e pacifica Finlândia.


Chamado às pressas, ele foi designado como franco atirador na fronteira, devido a sua habilidade com o rifle. Por ser muito baixo, Simo teve que usar um rifle Mosin-Nagan adaptado, junto com seu uniforme totalmente branco, pois aquelas batalhas seriam lutadas na neve da Finlândia.

Todos os dias ele ia armar emboscadas contra os exércitos russos, pois como o poderio finlandês era muito menor, eles tinham de usar táticas de guerrilhas, fazendo emboscadas e armadilhas, e Simo se tornou um especialista nisso. Escondendo-se na neve ele fazia montes que serviam para abafar seus tiros, além disso, não utilizava mira telescópica, pois dessa maneira podia atirar mais escondido e não havia perigo da lente refletir o sol.
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Simo dava apenas um tiro por posição e como sua mira era excepcional conseguia, mesmo sem a mira de “sniper”, acertar os inimigos a mais de uma centena de metros, dizem que ele era certeiro a até mesmo 400 metros. Durante 100 dias ele matou mais de 500 soldados russos e jamais foi descoberto e ninguém sabia de onde ele atirava. Cada vez que um inimigo caia por um tiro dele, o pelotão entrava em desespero, pois estavam enfrentando um inimigo invisível e mortal.
Dessa maneira, matando um por um e sempre mudando sua posição, Simo sobreviveu e deixou sua marca no exército russo, que o chamava de “Morte Branca”.
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Dezenas de vezes os russos tentaram pegar seu grande inimigo, porém ele era mais esperto e sempre escapava ou matava os atiradores que tentavam lhe pegar desprevenido. Ele só foi encontrado uma vez, onde lutou contra um soldado russo no corpo a corpo e acabou tomando um tiro no rosto, mas mesmo assim conseguiu matar seu inimigo, contudo seu rosto ficou deformado com a marca da guerra.

Durante muitos anos Simo sofreu com o maldito ferimento, mas felizmente conseguiu recuperar, mesmo tendo a mandíbula dilacerada. Depois da guerra ele voltou a sua vida normal, caçando e vivendo no interior.

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Simo morreu em 2002, com quase cem anos de causas naturais. Ele disse que jamais se arrependeu do que fez, dizia que apenas cumpriu as ordens e protegeu seu país da melhor maneira possível. Esse era Simo Häyhä, o Morte Branca, o maior soldado que o mundo viu, um homem lendário.

terça-feira, 25 de junho de 2013

Harald Hardrada – O Último Viking

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Na história da Terra tivemos diversos heróis e diversos vilões, alguns mais conhecidos e famosos que outros, mas foram homens que mudaram o rumo da história e serão sempre lembrados por seus feitos. Por isso vamos lembrar e contar a história dessas pessoas que mudaram o mundo e tornaram-se lendas:

Harald Hardrada – O Último Viking


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Harald nasceu em uma casa de Reis e seu pai era Olaf II Haraldsson da Noruega. E como mandava a tradição de casa Real, desde cedo ele aprendeu a manejar armas, tendo pego o gosto pelo machado, o qual usava com destreza. Em poucos anos era um guerreiro temido e admirado por seus súditos.


No ano de 1030, com apenas 15 anos, Harald foi para o capo de batalha, onde quase sucumbiu, mas por suas habilidades conseguiu escapar, junto com outros poucos homens sobreviventes. Eles partiram em exílio para as terras de Yaroslav I, o Sábio, que os acolheu, colocando esses valiosos homens em suas linhas de frente, em pouco tempo Harald foi nomeado chefe da defesa e ajudou o Rei a qual servia a manter a segurança contra os inimigos.

Com todo seu carisma e poder de liderança, em pouco tempo Harald havia montado um pequeno exército de 500 fiéis homens, disposto a lutarem até a morte por seu General em qualquer batalha nesse mundo. Levando consigo seus seguidores, Harald se dirigiu para Constantinopla, capital do Império Bizantino.
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Não foi sem motivo que ele escolheu esse lugar, pois lá existia a Guarda Varangian, um pequeno exército de Elite, que na época era o mais temido e armado do mundo. Em pouco tempo Harald engrossava as linhas desses guerreiros e como seu machado era inquieto e poderoso na batalha, sua fama crescia a cada dia e seu nome era idolatrado por todos, pois suas façanhas nas batalhas eram temas para canções e lendas.

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Conta-se que em uma empreitada na Sicília e na Bulgária, Harald mostrou tudo que era capaz de fazer com o machado em mãos e o próprio Imperador teve que se curvar diante de tamanho poder, nomeando ele como o primeiro manglabites, uma guarda especial que teria como única função proteger o Imperador em todos os casos. Pouco tempo depois ele também recebeu o título despatharocandidatus, uma honraria que poucos homens na história do mundo alcançaram.
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Dizem que Harald acabou sendo preso mais tarde por outro Imperador sob a acusação de desvio de verbas, porém 1042 ele fugiu da cadeia e retornou para sua Terra Natal onde deveria assumir a coroa. Porém por três anos ele sumiu dos registros da história e ninguém sabe seu paradeiro verdadeiro, somente em 1045 chegou a sua casa e casou-se com Elisabeth, filha de Yaroslav e neta do rei Olof Skötkonung da Suécia.


Para assumir o trono de sua família, Harald tinha que passar por cima de Magnus, que havia se tornado Rei e durante um tempo o clima entre dois ficou tenso, chegando muito perto de uma guerra pelo trono. Felizmente os conselheiros mais velhos e sábios, fizeram os ânimos se acalmarem e ficou resolvido que os dois governariam lado a lado.

Para sua sorte e deleite, um ano após o acordo, Magnus morreu e Harald assumiu plenamente trono, mas isso não era bastante e ele ambicionava ter o trono da Dinamarca, assim iniciou os ataques contra o Rei Svein Ulfsson, reivindicando a soberania sobre o povo dinamarquês.
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Mas nem todos os guerreiros de seu exército tinha o mesmo poder do Rei Harald, assim ele jamais conseguiu realizar esse sonho e com tempo seus gastos com a guerra fizeram com que ele tivesse que abandonar essa luta. Sem poder tomar a Dinamarca, ele resolveu atacar em outra frente e dessa vez queria impor seu domínio sobre a poderosa Inglaterra.

Em 1066 ele chegou à Inglaterra, levando consigo 15000 homens para destruir as defesas daquela terra. No primeiro embate, que ficou conhecido como a Batalha de Fulford, Harald teve uma vitória esmagadora e rápida.
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Acreditando que sua vitória estava garantida, Harald desceu a cidade para recolher tributos e mandou que os plebeus lhe homenageassem, mas Rei Harold não iria entregar-se fácil e pegou os invasores mal armados e pouco preocupados com um ataque surpresa. Assim ocorreu a Batalha de Stamford Bridge, onde apenas um pedaço do exército de Harald lutou contra uma poderosa força inglesa, até quase ser dizimado.

Conta-se que quando restavam poucos dos seus homens, Harald pegou seu machado e partiu para luta. Dizem que ele tinha fogo nos olhos e que seu machado quebrava qualquer escudo em seu caminho, mais de 40 dos melhores homens ingleses foram derrubados, antes que conseguissem atingir Harald, que só se entregou depois de ter sido esfaqueado mais de 20 vezes.
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Assim caiu Harald, o Último Viking, que até hoje é considerado um dos maiores guerreiros que já andou sob esse sol, um homem que lutou a vida toda e morreu do jeito que queria, no campo de batalha.
“Um ano após a queda do rei Harald, seu corpo foi transportado da Inglaterra para o norte paraNidaros e foi sepultado na Igreja de Santa Maria, que ele havia construído. Foi observação comum que o rei Harald distinguiu-se, acima dos outros homens em sabedoria e recursos da mente. Ele era, também, acima de todos os homens, ousado, corajoso e sortudo, até dia de sua morte, como acima relacionada. A bravura é a vitória metade.” – Snorri Sturluson.

fonte:

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Outros inventores que morreram devido às suas invenções.

Fonte:
http://www.megacurioso.com.br/ciencia/36737-outros-7-inventores-que-morreram-por-causa-de-suas-criacoes.htm?utm_source=HomePortal&utm_medium=baixaki




Em março de 2012, publicamos uma lista de inventores que tiveram finais infelizes e morreram ao testar suas engenhocas. Recentemente, o site da revista IdeaFixa publicou mais casos como esses e selecionamos alguns deles para que você confira:

1 – A impressora que arranca pernas

Talvez você já tenha ouvido falar de William Bullock e saiba que esse cara foi o criador da primeira impressora rotativa. O problema foi que a sua invenção se vingou de um chute que Bullock direcionou a uma correia de transmissão em uma polia: sua perna ficou presa e foi esmagada. Ele viria a morrer nove dias depois, em 1867, quando passava por uma cirurgia de amputação do membro.

2 – A morte do rei

Depois de fazer um pequeno voo, o Rei do Planador, como Otto Lilienthal era também conhecido, sofreu uma queda e fraturou a coluna cervical, em 1896. Após 36 horas, ele acabou morrendo no hospital.

3 – A motocicleta assassina

A primeira motocicleta que contava com um motor foi inventada por Sylvester H. Roper. A geringonça funcionava a vapor. Aliás, foi ele também quem criou a carroça a vapor, considerada um dos primeiros automóveis de todos os tempos. Mas, como não estamos falando de momentos felizes, Roper foi visto, em 1896, caindo de uma de suas bicicletas motorizadas. O acidente danificou o coração do inventor, que morreu em seguida.

4 – Voa, voa, aviãozinho

O primeiro avião metálico da História foi inventado por Aurel Vlaicu, que acabou morrendo enquanto sobrevoava as montanhas de Cárpatos, na Europa, em 1913.

5 – Morreu jovem

Uma das grandes ambições de Alexander Bogdanov era descobrir uma fonte da juventude. Ele acreditava que, por meio de transfusões de sangue, conseguiria manter seu corpo jovem. Após 11 procedimentos desse tipo, Bogdanov reparou que sua visão tinha melhorado, mas, quando passou pela 12º transfusão, se deu mal, pois recebeu sangue contaminado com malária e tuberculose. Morreu em 1928, aos 55 anos.

6 – O brilho da morte

O uso de elementos químicos como o rádio era relativamente comum no começo do século passado e muitas pessoas nem faziam ideia de que pesquisas envolvendo o curioso elemento poderiam ser fatais. Esse foi o caso de Sabin Arnold von Sochocky, que criou uma tinta capaz de causar efeitos luminosos feita à base de rádio. Ele acabou morrendo de anemia aplástica, devido ao contato com o elemento altamente perigoso, em 1928.

7 – Direção perigosa

Os amigos Max Valier e Fritz von Opel começaram a desenvolver carros e até aeronaves movidos à base de combustível líquido na década de 20. Em meio a um teste com um dos automóveis, em 1930, houve uma explosão de um dos carros e, com isso, Valier acabou morrendo.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Capitão da PM é eleito representante dos GESTORES de ESCOLAS ESTADUAIS


Encerrou hoje (03) a Conferência Municipal de Educação, que aconteceu em dois dias consecutivos, no auditório da Estação Ciência Cabo Branco.

A Conferência teve como tema O PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO - PNE - NA ARTICULAÇÃO DO SISTEMA NACIONAL DE EDUCAÇÃO: Participação Popular, Cooperação e Regime de Colaboração, e foi realizada acatando deliberação da Conferência Nacional de Educação 2010 e Resolução nº 01/2012 do Fórum Nacional de Educação.

Participaram desse processo o Poder Público, segmentos educacionais, setores sociais, entidades que atuam na área da educação, entre outros.  A Conferência Municipal de Educação de João Pessoa teve como objeto de discussão o Documento-Referência da II CONAE/2014.

Foram trabalhados sete eixos temáticos.  O eixo temático EDUCAÇÃO, TRABALHO E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: cultura, ciência, tecnologia, saúde e meio ambiente, teve como relator o Capitão Elmer Melz (diretor do Colégio da Polícia Militar).

Concluídos todos os trabalhos, houve o processo de eleição dos delegados e suplentes que irão participar da conferência INTERMUNICIPAL, sendo o Capitão Elmer Melz eleito por ampla maioria como representante dos gestores escolares da rede estadual.
 
Capitão Elmer Melz - Relator
Capitão Elmer Melz sendo eleito


segunda-feira, 18 de março de 2013

Alunos do Colégio da PM recebem tablets



Nesta segunda-feira (18) foram entregues tablets aos alunos do Colégio da Polícia Militar matriculados nas 1ª Séries do Ensino Médio.  As turmas estão inseridas no Programa Brasil Profissionalizado e cursam de forma integrada com o ensino médio os cursos profissionalizantes Técnico em Programação de Jogos Digitais e Técnico em Informática para Internet.

“Acho muito importante o estudo com os Tablets, por causa do desenvolvimento tecnológico que ajudará no aprendizado dos alunos. Os professores podem utilizar os Tablets para melhorar a didática das aulas, fazendo com que elas fiquem mais dinâmicas”, disse Jairo Barros Sena, pai de aluna.

Da mesma forma Andréa Caramuru de Souza Ribeiro, mãe de aluno, falou que gostou muito desse novo instrumento de estudo, pois ajudará os alunos nos arquivos das aulas. Falou também que foi positivo a entrega dos Tablets, pois a tecnologia faz parte da vida dos jovens e eles se identificaram melhor.

Perguntada sobre a importância do equipamento em sala de aula, a aluna Glauciana Félix (1ª Série A) disse: “É muito importante, pois vamos aprender melhor e obter novos conhecimentos”. Já a aluna Larissa Luiza (1ª Série C) disse que “é de grande importância, pois através desse recurso poderemos interagir e melhorar o desempenho em sala de aula”.

Ao longo da semana também serão distribuídos aparelhos para os professores, que serão orientados e capacitados a utilizarem a nova ferramenta didática.

A aquisição dos tablets foi um investimento de mais de R$ 19 milhões do Governo do Estado, com recursos do FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação).  Os equipamentos possuem 9,7 polegadas, com 16 gigas de memória e possuem acesso à rede sem fio (Wi-Fi) e sistema operacional Android 4.0

FOTOS:

Funcionários separam Kits

Participação de pais, mães e responsáveis pelos alunos.

Alunos atentos às explicações

Organização do evento

Preenchimento do Termo de Posse

Recebendo o Tablet

Professores também receberam tablets

Alegria ao receber os tablets