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Sou Capitão da Polícia Militar, Pedagogo, Especialista em Segurança Pública, Já ocupei as funções de Diretor do Colégio da Polícia Militar-PB (nov2009-jun2017), Coordenador-Geral do PRONATEC na Paraíba (mai2016-mai2017) e Coordenador de Polo do PBVest (2015-jun2017). Atualmente componho o Estado-Maior Estratégico da Polícia Militar da Paraíba, na função de Coordenador do EM/4-Políticas de Prevenção. Acredito que o nosso Brasil pode melhorar muito mais, na medida em que todos possam colaborar com as suas capacidades. TWITTER : @ElmerMelz ; FACEBOOK: Elmer Melz

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

5 pessoas que sobreviveram às suas próprias execuções



Confira quem foram os sortudos da História que conseguiram se safar da morte
 5 pessoas que sobreviveram às suas próprias execuções
Havia uma crença antiga de que uma pessoa que sobrevive a uma execução não pode legalmente ser executada novamente. Mas, em sua maior parte, isso sempre foi um mito, pois o responsável pelas execuções fazia (ou faz) tudo o que era necessário para elas acontecerem com o final esperado: a morte do acusado.
Porém, nem sempre foi assim. No passado, algumas pessoas que sobreviveram às execuções judiciais conseguiram escapar ilesas. Muitas vezes, esses fatos eram vistos como sinais de Deus ou uma declaração de inocência. Por outro lado, às vezes essas “salvações divinas” foram consideradas apenas um serviço mal feito dos algozes. Quer saber como algumas aconteceram? Confira abaixo.  

1 – O homem chamado Franks

Um assassino, registrado como "The Man Franks” na cópia de um jornal australiano de 1872, sobreviveu a sua execução graças à grande incompetência de seus carrascos.
De acordo com os relatos, a execução, ocorrida nas ilhas Fiji, já começou bagunçada. A cerimônia atrasou e a corda que seria usada no enforcamento molhou com a chuva, sendo que depois tentaram secá-la perto do fogo. Após esse início conturbado, os algozes colocaram a corda no pescoço de Franks, mas não conseguiram deixar o nó muito apertado.
Mesmo assim, continuaram com a sessão de execução. O delegado deu a ordem e a abertura do chão abriu, fazendo Franks cair com a corda no pescoço. Porém, depois de três minutos de silêncio, ele começou a se mover e a falar, pedindo para ser salvo de seu martírio.
Ele ainda conseguiu afrouxar a outra corda que amarrava as suas mãos e pediu perdão aos seus condenadores. Depois dessa cena, ninguém queria passar por isso de novo e Franks foi poupado da morte. Os agentes da justiça da época e os cidadãos preferiram apenas o seu banimento e Franks pode continuar a sua vida longe dali.

2 –  Anne Greene

Em 1650 , quando Anne Greene tinha 22 anos, ela era uma serviçal na casa de Sir Thomas Read. Ela ficou grávida do neto deste homem, mas a moça afirmava que não estava esperando um bebê, a fim de se proteger. Quando estava com 18 semanas, Anne sentiu-se mal enquanto trabalhava e abortou, escondendo (desesperada) o feto entre cinzas e terra.
Na época, existia uma lei que qualquer mulher solteira que escondesse a gravidez ou um natimorto seria acusada de infanticídio. Então, o ato de Anne foi descoberto e ela foi enforcada no pátio do castelo de Oxford. Após a execução, o corpo foi recolhido e entregue a uma faculdade de medicina para dissecação.
No entanto, quando o caixão foi aberto, os cirurgiões detectaram um leve movimento no peito de Anne. Então, eles se esqueceram de sua intenção inicial e começaram a tentar reanimá-la por meio de transfusões e emplastros quentes. E não é que ela sobreviveu? O público viu isso como a decisão de Deus e Greene foi perdoada. Após o acontecimento, ela mudou de cidade, se casou e teve filhos.

3. Margaret Dickson

Mais uma mulher que não resistiu aos encantos de um rapaz e apareceu grávida no século 18 em Edinburgo, na Escócia. Só que neste caso, a moça era casada, já tinha dois filhos e seu marido estava bem longe.
Em 1724, Margaret Dickson ficou grávida do filho de um nobre, para o qual ela prestava serviços de doméstica, enquanto seu marido estava há meses trabalhando no mar. Ela tentou esconder a gravidez e deu à luz prematuramente, mas a criança não resistiu e Margaret o levou para deixá-lo em um rio. Porém, ela foi vista e a acusaram de ter matado o filho.
Ela então foi condenada e executada por enforcamento pelo crime de infanticídio. Quando a sua família levava o seu caixão para o cemitério, eles pararam quando ouviram alguém bater lá dentro. Margaret estava viva e o acontecimento também foi considerado como um ato de Deus. A moça ainda foi perdoada pelo marido, que se casou com ela pela segunda vez. Eles tiveram mais um filho e ela viveu por mais 40 anos.

4 – Inetta de Balsham

Inetta de Balsham foi condenada à morte por abrigar ladrões em 1264. Os registros afirmam que ela foi enforcada às 9 horas da manhã da segunda-feira, 16 de agosto, e ficou na forca até a quinta-feira seguinte. Quando ela foi recolhida, ainda estava viva.
As pessoas constataram que a sua traqueia nunca foi suficientemente comprimida pela forca. A sua sobrevivência chamou a atenção do rei Henrique III, que lhe concedeu um perdão real.

5 – Romell Broom

Sobreviver a uma execução atual é verdadeiramente um milagre. Mortes por injeção letal são projetadas para despachar o condenado de forma rápida, indolor e sem erros. No entanto, Romell Broom provou que isso não é o que acontece sempre.
Em 2009, Romell, condenado por seqüestro, estupro e assassinato, se tornou a primeira pessoa a sobreviver a uma execução por injeção letal. Os executores tentaram por mais de duas horas localizar uma veia adequada para a injeção, atingindo ossos e músculos durante o processo, mas não conseguiram penetrar uma veia íntegra, que não entrasse em colapso imediatamente como as outras. Então, ele foi levado de volta à sua cela e teve adiamento da execução.  
Durante esse adiamento, os advogados de Romell declararam que ele havia sofrido punição cruel e incomum durante a sua execução sem êxito. Eles começaram um movimento para mudar as leis de injeção letal nos Estados Unidos e declararam que matar Romell seria destruição de provas-chave no processo. Ele ainda está vivo e à espera de recurso.

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